"De tudo isto resulta que o esquematismo do entendimento, pela síntese transcendental da imaginação, tende unicamente à unidade dos ele mentos diversos da intuição no sentido interno, e assim mesmo, ainda que indiretamente, à unidade da percepção, por ser função que corresponde ao sentido interno (a sua receptividade). Os esquemas dos conceitos puros do entendimento são, pois, as únicas e verdadeiras condições pelas quais podem estes conceitos pôr-se em relação com obje tos e dar-lhes, por conseguinte, uma significação". (Kant, Crítica da razão pura, 74)
Dicas:
5- No caso de textos literários ou discursivos, é preciso conhecer a ligação daquele texto com outras formas de cultura, outros textos, manifestações de arte da época em que o autor viveu, fatos históricos, socioeconômico, sociopolíticos e conjunturais em dimensões mundiais, nacionais ou locais. Se não houver esta visão global dos momentos literários e dos fatos importantes que marcaram a sociedade, a interpretação pode ficar comprometida. Aqui não se podem dispensar as dicas que aparecem na referência bibliográfica da fonte e na identificação do autor.
sábado, 23 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
TEMPO VERBAL
Na comunicação uma pessoa fala a uma outra que ouve sobre outra pessoa, de quem se fala. É esse enunciado ou essa comunicação deve ter um sentido lógico e racional para que o ouvinte compreenda o que se quer falar.
No início do ano nos vimos o verbos e entendemos que ele possui uma certa estrutura que é:
Radical + terminação
Em que o radical e o sentido, ou seja, o significado do verbo. E a terminação que é responsável em apresentar ou mesmo nos localizar no tempo, no modo e na pessoa do verbo, essa terminação ela pode ser em –ar, em er, ou em -ir. Podendo ele ser de forma regular ou irregular.
A forma regular segue um modelo padrão a forma irregular cada verbo possui uma forma própria e são os irregulares a minoria dos verbos, mas de uma importancia salutar tanto para a fala cmo para a escrita. (haver, ser, etc)
Lembremos que o verbo é responsável em transmitir a ação ou estado de um substantivo ou sujeito da frase, e períodos simples ou compostos. O verbo é quem possibilitará a vida do substantivo comum ou próprio, concreto ou abstrato, simples ou composto, por exemplo: cadeira seja concertada, caneta acabe, de uma pessoa ande, assim por diante.
Vejamos também que essa ação ou estado pode ser localizada num espaço e tempo sendo ele no passado, presente ou no futuro, dependo do que se quer dizer, ou seja o que se quer transmitir a uma locutor.
No início do ano nos vimos o verbos e entendemos que ele possui uma certa estrutura que é:
Radical + terminação
Em que o radical e o sentido, ou seja, o significado do verbo. E a terminação que é responsável em apresentar ou mesmo nos localizar no tempo, no modo e na pessoa do verbo, essa terminação ela pode ser em –ar, em er, ou em -ir. Podendo ele ser de forma regular ou irregular.
A forma regular segue um modelo padrão a forma irregular cada verbo possui uma forma própria e são os irregulares a minoria dos verbos, mas de uma importancia salutar tanto para a fala cmo para a escrita. (haver, ser, etc)
Lembremos que o verbo é responsável em transmitir a ação ou estado de um substantivo ou sujeito da frase, e períodos simples ou compostos. O verbo é quem possibilitará a vida do substantivo comum ou próprio, concreto ou abstrato, simples ou composto, por exemplo: cadeira seja concertada, caneta acabe, de uma pessoa ande, assim por diante.
Vejamos também que essa ação ou estado pode ser localizada num espaço e tempo sendo ele no passado, presente ou no futuro, dependo do que se quer dizer, ou seja o que se quer transmitir a uma locutor.
sábado, 4 de setembro de 2010
O barquinho popopo
N saída da Escola o sol põe-se
Vermelho no céu limpo e azul
Caminho pelas ruas de barro marrom claro
Chego a beira do rio
Adentro a embarcação e acomodo-me
O barqueiro gira a manivela
O primeiro som po,po
Logo em seguida um estalo, pá
Depois ganha força o motor
Popopopo o barquinho começa a andar
Sobre o rio a nos transportar
O som continua popopopo
E eu a pensar e olhar a margem do rio
Parece que estamos tão rápidos
Mas o transporte é tão devagar
Pá o segundo estalo
A embarcação começa a acelerar
Popopopopopopopopopopopopopo
Parece-me que nem estamos saindo do lugar
Vai tão devagar
Mais o som popopopopopopopopopo
Agora avoa diz um menino
Começamos a chegar depois de uma hora e meia
Pá, a embarcação começa a ir parando.
A margem do rio onde vamos desembarcar
Popopo até que enfim chegamos em casa
Vermelho no céu limpo e azul
Caminho pelas ruas de barro marrom claro
Chego a beira do rio
Adentro a embarcação e acomodo-me
O barqueiro gira a manivela
O primeiro som po,po
Logo em seguida um estalo, pá
Depois ganha força o motor
Popopopo o barquinho começa a andar
Sobre o rio a nos transportar
O som continua popopopo
E eu a pensar e olhar a margem do rio
Parece que estamos tão rápidos
Mas o transporte é tão devagar
Pá o segundo estalo
A embarcação começa a acelerar
Popopopopopopopopopopopopopo
Parece-me que nem estamos saindo do lugar
Vai tão devagar
Mais o som popopopopopopopopopo
Agora avoa diz um menino
Começamos a chegar depois de uma hora e meia
Pá, a embarcação começa a ir parando.
A margem do rio onde vamos desembarcar
Popopo até que enfim chegamos em casa
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
FERNANDO PESSOA: Prece
PRECE
Senhor, que és o céu e a terra, que és a vida e a morte! O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu! Tu és os nossos corpos e as nossas almas e o nosso amor és tu também. Onde nada está tu habitas e onde tudo está - (o teu templo) - eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no mar, e mãos para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu. Que não haja lama nas estradas dos
meus pensamentos nem folhas mortas nas lagoas dos meus propósitos. Faze com que eu
saiba amar os outros como irmãos e servir-te como a um pai.
[...]
Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja digno da terra, tua cama. Minha
alma possa aparecer diante de ti como um filho que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar em mim; e torna-me puro
como a lua, para que eu te possa rezar em mim; e torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me. Dá-me que eu me sinta teu. Senhor, livra-me de mim.
Fernando Pessoa em "O Eu Profundo".
1912
(Fernando Pessoa - Artigos e Ideias)
Senhor, que és o céu e a terra, que és a vida e a morte! O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu! Tu és os nossos corpos e as nossas almas e o nosso amor és tu também. Onde nada está tu habitas e onde tudo está - (o teu templo) - eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no mar, e mãos para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu. Que não haja lama nas estradas dos
meus pensamentos nem folhas mortas nas lagoas dos meus propósitos. Faze com que eu
saiba amar os outros como irmãos e servir-te como a um pai.
[...]
Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja digno da terra, tua cama. Minha
alma possa aparecer diante de ti como um filho que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar em mim; e torna-me puro
como a lua, para que eu te possa rezar em mim; e torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me. Dá-me que eu me sinta teu. Senhor, livra-me de mim.
Fernando Pessoa em "O Eu Profundo".
1912
(Fernando Pessoa - Artigos e Ideias)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
APARELHO ARTICULADOR
Num primeiro momento, compreendamos o papel importante para a leitura. O aparelho articulatório ativo e responsável por possibilitar a entonação do som da fala. Esses sons são articulados em dois grupos: os das consoantes (b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, n, p, q, r, s, t, v, x, z, w, y) e o das vogais (a, e, i, o, u) e combinam-se de forma a formar sílabas simples ou complexas(truncadas).
No português brasileiro, as formas simples partem da união entre consoante(C) e uma vogal(a), nessa respesctiva ordem, ou de apenas uma vogal, no entanto, nunca uma consoante sozinha.
C + V
Já de forma complexa a sílaba possui uma estrutura em que conhecemos pela gramática como encontro consonantal e vocálico ou digrafo consonantal e vocálico. E sua separação em sílaba depende de critérios devidamentes padronizados, que correspondem o ato de leitura.
O conhecimento desse sistema possibilita você aluno uma leitura compreensivel do texto. Todavia nota-se ser esse o primeiro passo para a leitura, pois dar-se-á ritmo e cadência ao ato da leitura padrão. Observa-se que a leitura por palavras não é recomendada.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Línguas e Literaturas - U. Porto

Leia a revista, clique aqui.
O Instituto de Língua Viva presentéia nesse mês seus leitores divulgando a revista de Línguas e Literaturas, da Universidade do Porto. Tenham uma boa leitura.
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