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REDAÇÃO AULA 1: GÊNERO LITERÁRIO

GENÊROS LITERÁRIOS

O gêneros literários, de acordo com os critérios clássicos, dividem-se em gêneros em verso e gêneros em prosa.Gênero em Verso tem sua leis próprias, sujeita-se a um metro, a uma rima, a um ritmo; tudo isso o caracteriza de maneira real.Gênero em Prosa também se prende a regras especiais, que a domina e orienta, criando formas de expressão de características próprias, que não se confundem com as do verso. São as leis gerais da linguagem.

GÊNERO EM VERSO

O verso, em geral, exprime os sentimentos humanos, em todas suas manifestações, tendo como característica a verticalidade da organização das estrofes. Esse gênero dividi-se em quatro grandes grupos; Épico, Lírico, Dramático e Satírico.

1. Gênero Épico: caracteriza-se pelo seu sentido objetivo. É por isso um gênero narrativo, em que os fatos já preexistem para livre utilização do poeta. As epopéias podem ter diversos objetivos, isso é, o tema por elas desenvolvido é variável, tal como a guerra, como no caso da “Ilíada”, de Homero, a religião como na “Divina Comédia”, de Dante Aligheira, a família como no “Kalevalá”, de Elias Lôrrot, Os Lusíadas, de Camões.

2. Poesia Lírica: caracteriza-se pelo seu sentido subjetivo, utiliza-se de diversas formas poéticas, que expressam, nessa diversidade, os sentimentos íntimos do poeta. Cada uma dessas formas tem uma norma especial, distinguindo-se pelo assunto da poesia e pelo número de versos a serem usados. Uma espécie – como o soneto - têm um número certo de versos, absolutamente regulados. Outras, porém, têm mais liberdade de forma, fazendo-se a distinção da poesia mais pelo tema desenvolvido. As espécies de poesia lírica, são: soneto, ode, canção, elegia, balada, pastoral, idílio, etc.

3. Drama: é um gênero misto; não como ponto de interseção entre o épico e o lírico, mas sempre possui em si, simultaneamente, o caráter objetivo da poesia épica e o caráter subjetivo ou psicológico da poesia lírica. Impressiona os espectadores em insistente atenção, condiciona-os à emoção ambiente, e o desenrolar dos fatos, que diante deles se apresentam, aparece como imitação da vida ou a própria vida. Os Dramas distingue-se em três grandes formas: a Tragédia, a Comédia, e o Drama Propriamente Dito, misto de tragédia e comédia.

4. Gênero Satírico: caracteriza-se pela preocupação da análise do meio exterior, que fornece ao poeta o material de que tem necessidade. Há, portanto, uma intenção social, um caráter moral no preparo da sátira. O poeta satírico apossa-se de sua inspiração e através dos versos submete a sociedade, ou somente o indivíduo, à sua critica às vezes irônica, sutil, e, em outras ocasião, ferina e mordaz.

GÊNERO EM PROSA

A prosa desenvolve-se em um plano completamente oposto ao verso. A finalidade de ambos é semelhante, o sentimento do belo, a emoção e o prazer estético. A prosa é absolutamente livre, havendo mais naturalidade e precisão em narrar o real, tendo como característica a horizontalidade na organização das frases. Dividi-se em: Oratório, Narrativo, Epistolar.

§ Oratória ou Eloqüência: manifesta-se por meio da palavra falada. É sua característica principal. Quando pretendemos convencer alguém, nossa melhor argumentação se por intermédio da palavra oral, que tem ação mais direta. Por isso a oratória é, assim, a arte de convencer, de persuadir, de argumentar, de pôr em realce de maneira incisiva os nossos pensamentos e convicções. Dividi-se em: eloqüência política, parlamentar, sagrada, acadêmica, juridiciária e discursiva.

§ Gênero Narrativo: é um processo literário. dividi-se em: Memórias, Romance, Novela e o Conto.

§ Gênero Epistolar: é a mais delicada das formas literárias é por certo a epístola ou carta. A carta em si, sendo uma espécie de conversa escrita, a dois, não tem uma forma própria nem um objetivo único. Qualquer assunto pode ser ventilado com plena liberdade. É por meio da carta que os homens manifestam sues pensamentos íntimos, como em mútua confissão, em que se revela inteira a alma da pessoa, sabendo–se que aquelas frases e pensamentos só chegarão aos olhos de seu destinatário.

ATIVIDADE

Pesquise, no Google ou na biblioteca mais próxima, exemplos para cada Gênero Literário e faça seu comentário.


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

REDAÇÃO AULA 2: ESTRUTURA DO TEXTO DISCURSIVO

ELEMENTOS DO DISCURSO

O importante inicialmente quando se escreve um texto discursivo ou dissertativo é a presença de informações que respondam as seguintes perguntas:

1. FATOS (O QUÊ): é o tema que será abordado (assunto principal do texto)

2. PERSOANGENS/ PESSOAS (QUEM): pessoas envolvidas

3. ONDE: o lugar onde ocorreu

4. QUANDO: tempo em que ocorreu o fato.

o verbo haver, fazer e ser nas indicações de tempo exemplo,
há cinco anos não aparece aqui
faz cinco anos que não aparece aqui
era à hora da sobremesa.
A tais verbos podemos chamar impessoais essenciais

o verbo passar acompanhado de preposição de exprimindo tempo, exemplo:
já passava dois dias.


5. COMO: ocorreu o fato

o verbo ir acompanhado de advérbio ou locução adverbial para exprimir como ocorrem as coisas a alguém:


6. POR QUÊ: ocorreu o fato

EXEMPLO: No texto jornalístico. Suponhamos que a notícia é sobre um incêndio. Escrevendo o primeiro parágrafo, o repórter responderia a pergunta: O que? Escrevendo”incendiouse”... Responderia as perguntas Quem? E Onde? Dizendo o estabelecimento queimado, e dando a sua localização. Dizendo a hora em que o incêndio começou e quando terminou responderia Quandov Por que? Neste caso a causa do ocorrido: a inevitável ponta de cigarro acesa. Nosso repórter pode responder Como? Nesta história, de diversas maneiras – descrevendo o tipo de fogo, Labaredas avivadas por um vento constante ou também respondendo a Quanto? , neste caso ele calcularia a provável perda financeira e procuraria saber se o estabelecimento estava no seguro. (PG. 160, BOND)

CARACTERÍSTICAS

Uma noticia deve ser imparcial[2] e objetiva, ou seja, deve expor fatos e não opiniões. A linguagem deve ser impessoal, clara, direta e precisa.

Impessoalidade: 3º pessoa do verbo e dos pronomes

Não deve aparecer a opinião do escritor, e a linguagem e direta e concisa, resumindo-se ao essencial.

Objetivo: difundir a verdade e objetivar os fatos, eis a finalidade do texto discursivo.

Obs: alguns recursos não devem ser escquecidos quando da escritura de um texto discursivo é o fato do que se quer dizer deve ser escrito de forma completa, para não deixar o leitor no ar, para isso deve ser escrito os detalhes completos (corpo). Outro fator e a clareza e a exatidão do que se estar escrevendo.

ESTRUTURA

Introdução

É um resumo do fato em poucas linhas e compreende, normalmente, o primeiro parágrafo da dissertação. Contém as informações mais importantes e deve fornecer ao leitor a maior parte das respostas às seis perguntas básicas: o quê, quem, quando, onde como e por quê.

Desenvolvimento (corpo)

O formato usual de uma texto discursivo é o cronológico. Começa no principio lógico e finda na conclusão lógica. (pg168, BOND)
O texto discursivo simples se baseia no processo lógicoo de colocar incidentes (OU INDICATIVOS) na mesma ordem em que eles realmente ocorre.

Conclusão

É o desfecho do texto.

Objetivo

Transmissão de uma mensagem lógica e racional que busca convencer o receptor da mensagem a partir da ARGUMENTAÇÃO

Linguagem

A linguagem empregada deve ser imparcial, seguindo os seguintes critérios:

-discurso: impessoal
-linguagem objetiva
-tempo terceira pessoa

Nota: Quando afirmo que o texto discursivo visa ou busca a argumentação não quero dizer que o gênero narrativo não possua argumentações, possui sim, mas não é o que predomina na narrativa, assim como, o texto discursivo possui estórias que exemplificam e justificam os argumentos, correto, no entanto, no discurso a estória não predomina no texto sendo um recurso a mais para o entendimento pelo leitor do texto.

ATIVIDADE

LEITURA E
DESENVOLVA A REDAÇÃO.

Raça e medo

Estudo feito com negros e brancos de Nova York concluiu que humanos têm predisposição genética para ter medo de outras raças.
Um choque – cuja intensidade foi escolhida por cada um dos participantes – era dado nos voluntários no instante em que imagens de ambas as raças eram apresentadas a eles. Os retratados tinham caras de “certinhos” e posavam com expressão neutra. Em uma segunda sessão os voluntários eram apresentados aos mesmos retratos, porém sem os choques.
Tanto brancos quanto negros não demonstraram medo – medido pela reação das glândulas sudoríparas – quando as imagens eram de pessoas da mesma raça que eles. Mas o medo persistiu para fotos de outra raça. No entanto, os resultados mostraram que os voluntários com maior experiência inter-racial positiva – por exemplo, namoros com pessoas de outra raça – apresentavam níveis de medo bem mais moderados, o que, segundo os pesquisadores, indica que contatos com pessoas de fora do grupo social a que se pertence são construtivos.
Segundo um dos autores, Mahzarin Banaji, da Universidade Harvard (Estados Unidos), “somos produto de nossa história evolutiva e do meio social imediato. O primeiro, não podemos controlar; o último, sim”. O medo podeter evoluído por razões de segurança, ao longo da história humana. Aviso: os resultados nada têm a ver com racismo, que continua sendo a mais detestável das ignorâncias humanas e, portanto, o pior dos preconceitos.
Revista Science, 29/07/05. In Revista Ciência Hoje, n. 219, vol. 37, setembro de 2005.
Texto adaptado

REDAÇÃO

Resultados da pesquisa sobre a predisposição genética dos humanos para ter medo de outras raças, o autor do texto Raça e medo faz a seguinte advertência:

“Aviso: os resultados nada têm a ver com racismo, que continua sendo a mais detestável das ignorânciashumanas e, portanto, o pior dos preconceitos.”
(linhas 14 e 15)


Decerto, o preconceito (não só o racial, mas também o religioso, o social, o cultural), que sempre esteve presente na história da humanidade, é um detestável produto da ignorância ou da não-observância de princípios que devem nortear as relações humanas.
Concordando com o julgamento de que o preconceito é um traço negativo da humanidade, escreva um texto em prosa em que você defenda, com argumentos consistentes, a seguinte idéia:
O preconceito humano é detestável.

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BURACO

pocha não me contenho em dizer que apreenderam meu carro
semanas atrás
Então fui lá retira-lo
achei que era só mete a mão no buraco e tirá
mas pensem
que não encontrei nada
enviei a mão cada vez mais
já, tinha entrado o braço e nada de encontrar
continuei enfiando a mão e o braço e o tronco
as pernas
quando me deparei
estava num posso sem fundo...
o misero buraquinho tinha me dragado
Então compreendi que o buraco é mais embaixo
ativi-me choroso à São Sebastião.