quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Saiba como funciona

Saiba como funciona e como deve ser distibuido o FUNDEB. CLIQUE AQUI
Fonte: Revista Escola; editora abril, Brasil
LEI Nº 11.494, DE 20 DE JUNHO DE 2007.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A IDÉIA CONSTRUTIVISTA DE JEAN PIAGET
A IDÉIA CONSTRUTIVISTA DE JEAN PIAGET
O homem nasce com a “vocação” para conhecer o mundo e interpretálo,
em suma, para aprender. Esta máxima parece ser bastante coerente com as idéias
piagetianas. Mas a Epistemologia Genética - nome pelo qual é conhecida a teoria de Piaget - não se limita a crer nisso, busca, sim, entender como isso se dá, e para tanto parte de outra afirmação cabal: o homem aprende porque é um ser cujo funcionamento cerebral permite estabelecer relações que, partindo as mais elementares experiências do cotidiano, chega às relações lógico - matemáticas e às construções científicas.
As relações construídas no viver humano é que possibilitam o desenvolvimento da aprendizagem, pois englobam objeto e ação do sujeito na dinâmica da vivência cotidiana. Esta cumpre o papel de garantir, pela ação, a inserção do objeto nas
estruturas do sujeito, já contidas no genoma enquanto possibilidade, mas não totalmente programadas. As estruturas específicas para o ato de conhecer são chamadas por, Piaget, de estruturas mentais. Tais estruturas consolidam seu papel no aprender somente na ocorrência da interação social, pois “no que se refere às estruturas mentais, o orgânico já pressupõe o meio” (RAMOZZI-CHIAROTTINO, 1988, p.9).
As trocas entre organismo e meio, ou seja, as interações contínuas entre o endógeno e o exógeno, não são apenas condições necessárias para a aprendizagem, mas possibilitam a própria “construção” dessas estruturas propiciadoras do aprender. É na
ação do indivíduo no mundo que se concretiza essa vocação peculiar ao ser humano.
O ato de inserir o objeto do conhecimento no mecanismo mental é a capacidade de reunir partes num todo organizado, formando assim sistemas de relações. O raciocínio sobre hipóteses e a capacidade de estabelecer relações entre relações é o caminho
natural do desenvolvimento e da aprendizagem.
A convicção de que tal caminho percorre estágios sucessivos e dinâmicos ao longo do desenvolvimento orgânico e cronológico marcou decisivamente o conjunto de idéias defendidas pela Epistemologia Genética de Jean Piaget, a ponto de ser erroneamente considerada o ponto alto ou mais importante da mesma. Esse equívoco se agrava se interpretarmos os referidos estágios como etapas estanques e presas ao aspecto cronológico, (o que conta é a seqüência e não a idade da criança) e mais ainda se, por conseguinte, perdermos de vista a troca entre organismo e meio como ação determinante para o desenvolvimento cognitivo, pois as estruturas mentais “sendo orgânicas, não estão programadas no genoma; sua construção vai depender das solicitações do meio” (ibidem, p.9).
Prof Mrs. Sandro Cavalcante,"AVALIAÇÃO CONSTRUTIVISTA: BASES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS", ULBRA - Santarém, Pará)
Nota:Com grande satisfação que o Instituto de Língua Viva, divulga um texto do brilhante trabalho sobre a avaliação numa abordagem construtuvista, do Mrs Sandro Cavalcante, Ulbra - Sanatrém Pará.
O homem nasce com a “vocação” para conhecer o mundo e interpretálo,
em suma, para aprender. Esta máxima parece ser bastante coerente com as idéias
piagetianas. Mas a Epistemologia Genética - nome pelo qual é conhecida a teoria de Piaget - não se limita a crer nisso, busca, sim, entender como isso se dá, e para tanto parte de outra afirmação cabal: o homem aprende porque é um ser cujo funcionamento cerebral permite estabelecer relações que, partindo as mais elementares experiências do cotidiano, chega às relações lógico - matemáticas e às construções científicas.
As relações construídas no viver humano é que possibilitam o desenvolvimento da aprendizagem, pois englobam objeto e ação do sujeito na dinâmica da vivência cotidiana. Esta cumpre o papel de garantir, pela ação, a inserção do objeto nas
estruturas do sujeito, já contidas no genoma enquanto possibilidade, mas não totalmente programadas. As estruturas específicas para o ato de conhecer são chamadas por, Piaget, de estruturas mentais. Tais estruturas consolidam seu papel no aprender somente na ocorrência da interação social, pois “no que se refere às estruturas mentais, o orgânico já pressupõe o meio” (RAMOZZI-CHIAROTTINO, 1988, p.9).
As trocas entre organismo e meio, ou seja, as interações contínuas entre o endógeno e o exógeno, não são apenas condições necessárias para a aprendizagem, mas possibilitam a própria “construção” dessas estruturas propiciadoras do aprender. É na
ação do indivíduo no mundo que se concretiza essa vocação peculiar ao ser humano.
O ato de inserir o objeto do conhecimento no mecanismo mental é a capacidade de reunir partes num todo organizado, formando assim sistemas de relações. O raciocínio sobre hipóteses e a capacidade de estabelecer relações entre relações é o caminho
natural do desenvolvimento e da aprendizagem.
A convicção de que tal caminho percorre estágios sucessivos e dinâmicos ao longo do desenvolvimento orgânico e cronológico marcou decisivamente o conjunto de idéias defendidas pela Epistemologia Genética de Jean Piaget, a ponto de ser erroneamente considerada o ponto alto ou mais importante da mesma. Esse equívoco se agrava se interpretarmos os referidos estágios como etapas estanques e presas ao aspecto cronológico, (o que conta é a seqüência e não a idade da criança) e mais ainda se, por conseguinte, perdermos de vista a troca entre organismo e meio como ação determinante para o desenvolvimento cognitivo, pois as estruturas mentais “sendo orgânicas, não estão programadas no genoma; sua construção vai depender das solicitações do meio” (ibidem, p.9).
Prof Mrs. Sandro Cavalcante,"AVALIAÇÃO CONSTRUTIVISTA: BASES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS", ULBRA - Santarém, Pará)
Nota:Com grande satisfação que o Instituto de Língua Viva, divulga um texto do brilhante trabalho sobre a avaliação numa abordagem construtuvista, do Mrs Sandro Cavalcante, Ulbra - Sanatrém Pará.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
alfabeto CHINESES
A 阿 ā
B 贝 bèi
C 色 sè
D 德 dé
E 饿 è
F 艾非 ài fēi
G 阿嘎 ā gā
H 阿什 ā shí
I 伊 yī
J 柔塔 róu tǎ
K 卡 kǎ
L 艾力 ài lì
M 艾米 ài mǐ
N 艾尼 ài ní
O 哦 ó
P 佩 pèi
Q 克 kè
R 艾和 ài hé
S 艾丝 ài sī
T 特 tè
U 乌 wū
V 维 wéi
W 大布柳 dà bù liǔ
X 希斯 xī sī
Y 伊普苏伦 yī pǔ sū lún
Z 贼 zéi
EXEMPLO DE ESCRITA
ORDEM DOS TRAÇOS
pronúncia zài
traços 6
significado
zài : 1. (又一次) de novo; outra vez; mais uma vez:
SAIBA MAIS clique aqui fONTE: saite A-China.info
B 贝 bèi
C 色 sè
D 德 dé
E 饿 è
F 艾非 ài fēi
G 阿嘎 ā gā
H 阿什 ā shí
I 伊 yī
J 柔塔 róu tǎ
K 卡 kǎ
L 艾力 ài lì
M 艾米 ài mǐ
N 艾尼 ài ní
O 哦 ó
P 佩 pèi
Q 克 kè
R 艾和 ài hé
S 艾丝 ài sī
T 特 tè
U 乌 wū
V 维 wéi
W 大布柳 dà bù liǔ
X 希斯 xī sī
Y 伊普苏伦 yī pǔ sū lún
Z 贼 zéi
EXEMPLO DE ESCRITA
ORDEM DOS TRAÇOS
pronúncia zài
traços 6
significado
zài : 1. (又一次) de novo; outra vez; mais uma vez:
SAIBA MAIS clique aqui fONTE: saite A-China.info
domingo, 14 de novembro de 2010
Conto: A TRAVESSIA DO IGARAPÉ
A TRAVESSIA DO IGARAPÉ
Certo dia, estava andando pela rua e dei me comigo, esperando o canoeiro para fazer a travessia do igarapé. Lugar de certa secura e de sol no fim da tarde vermelho, a pisará ofuscava sempre minha visão do mundo de cá. Estava eu a esperar quando o transporte chegou. O piloto logo falou:
- Aribá seu. Subi como sempre sem pestanejar, no entanto dei-me a perguntar:
- Qual é a estória. O senhor esbugalhou os olhos e disse vou lhe contar:
- A Dona Jaci sabe seu moço, estava a limpar sua casa quando o velho seu esposo deu-se a descansar na rede, deixando a chave do baú de toca. Seu moço disse o canoeiro com uma voz assombrada. O que me fez logo perguntar:
- O que foi homem conte-me. O senhor remava sem presa continuando a contar:
- Aquela chave seu moço guardava o segredo do velho, que sua senhora num tinha sabido, era o segredo, “o que o deixava vivo”, era apenas o que dizia quando o interrogava sobre sua chave presa no estribilho da cabula. Ela sabe, seu, agoniava-se para descobri esse segredo. Até esse dia, quando deu-se de frente com a oportunidade, pegou a chave e abriu o baú velho de seu velho e viu que lá dentro tinha uma garrafinha um bunequino do dito, era pretinho, com os olhos vermelhos, pés de bode, corpo de gente e laço vermelho no pescoço. Nesse momento subiu-me um calafrio pelo modo sussurrante como contava o que me fez disser:
-Tá me botando medo. E o piloto disse sorrindo para o lado:
-Não, ouça foi dagora, olhe essa senhora pegou a garrafa e destampou, quando o dito pulou de dentro, assumindo forma grande e com um sorrizinho exclamava: -Saí! Consegui saí! Já com forma maior ia pulando a janela para ganhar o mundo quando a Jaci num repenti chamou-o: Vem, cá. Vem, cá, logo. Onde tu pensa que tu vai. Volta para dentro logo. Senhor viajante sabe que o dito parou e voltou-se para ela dizendo: - Num volto. Sai é num volto. Quando ela respondeu: - Trata de voltar eu que te liberei, bora volta quero vê se é homem mesmo. Ele, senhor, ficou com os olhos em brasas e disse, -num vouto, ela então com tom de autoridade disse: - volta, sinão. O que fez ele parar com seu sorrizinho fino e gaguejante e disse: - Volto mesmo. Ela respondeu volta então quero vê. Então foi que ele diminuiu-se e pluft dentro da garrafinha de cachaça, a Dona Jaci colocou a rolha botou a garrafinha de volta e fechou o baú e continuou a varrer a casa.
-Meu Deus! Disse-lhe logo que terminou, chegávamos ao destino, essa foi pesada. Ele respondeu.
- Sabe viajante a desgraça que esse porco vai viver eternamente e sua condição.
Certo dia, estava andando pela rua e dei me comigo, esperando o canoeiro para fazer a travessia do igarapé. Lugar de certa secura e de sol no fim da tarde vermelho, a pisará ofuscava sempre minha visão do mundo de cá. Estava eu a esperar quando o transporte chegou. O piloto logo falou:
- Aribá seu. Subi como sempre sem pestanejar, no entanto dei-me a perguntar:
- Qual é a estória. O senhor esbugalhou os olhos e disse vou lhe contar:
- A Dona Jaci sabe seu moço, estava a limpar sua casa quando o velho seu esposo deu-se a descansar na rede, deixando a chave do baú de toca. Seu moço disse o canoeiro com uma voz assombrada. O que me fez logo perguntar:
- O que foi homem conte-me. O senhor remava sem presa continuando a contar:
- Aquela chave seu moço guardava o segredo do velho, que sua senhora num tinha sabido, era o segredo, “o que o deixava vivo”, era apenas o que dizia quando o interrogava sobre sua chave presa no estribilho da cabula. Ela sabe, seu, agoniava-se para descobri esse segredo. Até esse dia, quando deu-se de frente com a oportunidade, pegou a chave e abriu o baú velho de seu velho e viu que lá dentro tinha uma garrafinha um bunequino do dito, era pretinho, com os olhos vermelhos, pés de bode, corpo de gente e laço vermelho no pescoço. Nesse momento subiu-me um calafrio pelo modo sussurrante como contava o que me fez disser:
-Tá me botando medo. E o piloto disse sorrindo para o lado:
-Não, ouça foi dagora, olhe essa senhora pegou a garrafa e destampou, quando o dito pulou de dentro, assumindo forma grande e com um sorrizinho exclamava: -Saí! Consegui saí! Já com forma maior ia pulando a janela para ganhar o mundo quando a Jaci num repenti chamou-o: Vem, cá. Vem, cá, logo. Onde tu pensa que tu vai. Volta para dentro logo. Senhor viajante sabe que o dito parou e voltou-se para ela dizendo: - Num volto. Sai é num volto. Quando ela respondeu: - Trata de voltar eu que te liberei, bora volta quero vê se é homem mesmo. Ele, senhor, ficou com os olhos em brasas e disse, -num vouto, ela então com tom de autoridade disse: - volta, sinão. O que fez ele parar com seu sorrizinho fino e gaguejante e disse: - Volto mesmo. Ela respondeu volta então quero vê. Então foi que ele diminuiu-se e pluft dentro da garrafinha de cachaça, a Dona Jaci colocou a rolha botou a garrafinha de volta e fechou o baú e continuou a varrer a casa.
-Meu Deus! Disse-lhe logo que terminou, chegávamos ao destino, essa foi pesada. Ele respondeu.
- Sabe viajante a desgraça que esse porco vai viver eternamente e sua condição.
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Caminhando pensei em minha esposa que mesmo tendo lhe agraciado com tudo do mundo. Ela me responderia: - Tem mais alguma coisa, além disso.
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